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A arte do Julgamento

A arte do Julgamento

Escrito em 18 de ago. de 2021

A tentação de julgarmos os outros pelo aspecto, pelas personalidades, ou mesmo por alguns atos que sejam cometidos, é tão recorrente que todos os dias há tanta gente a passar por aquilo que não é. E acreditamos que no final de contas, todos somos seres imperfeitos, tirando algumas exceções que acreditam que a perfeição é o mundo deles. Todas as pessoas na realidade não são de valor só pelo que aparentam, ou simplesmente por ter cometido erros que fazem parte do cotidiano de cada humano, mas o valor das pessoas é por aquilo que são, pela sua naturalidade, por serem aquilo que são ao assumir os seus erros, assumindo a sua imperfeição, como é óbvio isso será sempre um julgamento aparente em grande massa da sociedade. Obviamente não estamos aqui abordar os erros graves, mas sim os julgamentos em que cada um de nós prática diariamente sem o mesmos se aperceberem.

Não é admissível julgar alguém, isso é uma abstração. Cada pessoa vê o mundo a partir de seu ângulo. É como se cada um de nós tivesse uns óculos que impusessem essas lentes para toda relação existente (e até quando olhamos para dentro de nós mesmos).

Seguramente erraremos ao julgar situações e pessoas. Mas sempre podemos aprender com os erros. Neste sentido, nossos fracassos acumulados talvez constituam um tesouro de proporções consideráveis.

Tudo o que precisamos é coragem para olhar honestamente nossas falhas, e uma vontade de fazer o melhor em cada situação, com base nas lições aprendidas. 

De forma uma pouco distante, mas na realidade é que a espectativa de alguém poderá não ser realmente aquilo que planeava, e quando assim é acontece o inevitável, acontece com uma afronta a uma irrealidade daquilo que é o contexto real, começando pela arte de julgar, de forma a tentar minimizar a dor ou mesmo diminuir o o seu "erro" como sendo óbvio quem está a ser julgado não tem se quer consciência, nem tão pouco "culpa" pelas suas espectativas.

A arte de julgar por um gosto, por uma crença, por uma atitude, por uma infinidade de situações, já mais podem confundir as críticas construtivas, incentivos, aconselhamentos, avisos de melhoramento etc, com os julgamentos em que aparentemente a maioria da sociedade o faz ou o comete, e geralmente é feito de uma forma rígida, bruta, incoerente, e de uma arrogância capaz de "abater" ou deixar completamente em baixo outro alguém.

A arte de julgar, certamente haverá até ao fins dos tempos, isso ninguém tem a menor dúvida, a questão se prende ao fato de terem consciência para poderem melhorar e progredir. Não podemos mudar consciências, não podemos mudar uma regra que é a nossa realidade e estará sempre presente em todos nós. 

Errar é humano, mas é muito mais humano saber que todos nós erramos, todos julgamos em certas situações da vida.

É importante lembrar que, cada um de nós temos experiências e vivências individuais. Sejam elas boas ou não, são importantes para a construção de nossa subjetividade e amadurecimento. Isso quando esse processo acontece de maneira “natural” sem traumas e/ou rompimentos do funcionamento emocional. Na maioria das vezes, os julgamentos são feitos para apontar os comportamentos negativos do outro, mas esses comportamentos acabam sendo nossos.

Entretanto, o que se esconde por trás de julgamentos, pode ser a própria projeção de nossa sombra refletida no universo que perfaz o outro. Ou seja, estamos tentando encobrir do mundo externo e de nós próprios.

 

 

 

 

 

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